Agência Pulse

Comunicação e Marketing Digital / Rio de Janeiro
  • março 17th, 2010Gabriel GuerraCriação de marcas, Webmarketing, branding, comunicação

    Cliente
    Aline & Vinícius

    Job
    Criação de marca

    Conceito
    União, casamento, cumplicidade, amor, alma gêmea. Tudo isso num desenho simples e icônico, de fácil interpretação.

    Opções enviadas

    Case Aline & Vinícius - Criação de marca Agência Pulse

    É comum durante o processo de criação de marcas, enviarmos mais de uma opção para que o cliente escolha.
    Dentro das opções enviadas, foi selecionada, logo na primeira apresentação, a opção que é um ícone representando os dois (Aline & Vinícius) unidos.

    Aline & Vinícius são fotógrafos de casamento e adoram registrar esse momento especial. Eles tem Twitter

  • Saiu o site novo da Ideal Brasil. O anterior era 100% feito em flash (nada contra), mas a navegação era difícil e para o tipo de abordagem que precisávamos ter, do ponto de vista da comunicação, um modelo híbrido seria bem melhor.

    Esse projeto é um bom exemplo de como a interação entre cliente e Agência ajuda a ter um produto de melhor acabamento. Além disso, conseguimos criar um site que é um verdadeiro canal de comunicação, ou seja, uma plataforma para que o cliente desenvolva seu negócio com mais agilidade e alcance, afinal estamos na internet, lembra?

    Não podemos esquecer de dizer, que fazia parte do modelo construir um website simples, com navegação direta, que junta as pontas “empresa/negócio” e cliente final.

    Exemplo de interação entre cliente e Agência de Publicidade.

    Website Ideal Brasil - Ferramenta de comunicação.

    Queremos saber o que você acha!

    http://www.idealbrasil.net/

    Ah! A Agência Pulse também criou as marcas, os ícones e a identidade visual da Ideal Brasil.

  • junho 22nd, 2009adminSites, Webmarketing, comunicação

    Atuando a mais de 15 anos no mercado nacional e internacional, a MK Business Viagens agora está com uma cara mais nova. Um novo site, mais leve e eficiente acaba de ir para o ar, recheado de viagens e pacotes irresistíveis.

    A agência atende a todos os públicos, porém seu foco principal está voltado para o mercado corporativo. Por exemplo,  executivos sem tempo de providenciar suas próprias viagens de negócios ou mesmo de lazer. São mais de trinta destinos disponíveis, com roteiros bem estruturados e de primeira qualidade.

    A Agência Pulse assina a criação da indentidade visual e planejamento da estrutura do site. A idéia é começar gradualmente um trabalho de marketing digital, com disparos de ofertas por email e promoções no website, além de atualiações constantes para que os visitantes não percam o interesse e possam perceber o dinamismo da marca.

    O site ainda disponibiliza lindas fotos e seções como, aluguel de carros e documentação para embarques. As ferramentas integram-se com o layout, facilitando a navegação e a constante consulta a outros links. O usuário consegue ver a viagem, as imagens e, caso precise consultar os horários de vôos, pode usar o link do menu lateral, deforma fácil.

    Precisa viajar? Acesse o site: www.mkbv.com.br e boa viagem!

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  • maio 18th, 2009Bianca CheriffPesquisa, Webmarketing, comunicação

    Recentemente entrou em contato conosco a Sylvia Zainotti, aluna da UFF, solicitando algumas informações sobre planejamento, para a disciplina “Seminários I”, do Professor Guilherme Nery. Ela fez umas perguntas legais pro Gabriel via email e o conteúdo acabou ficando interessante.

    Claro que quando ele fala sobre planejamento, refere-se a como esse assunto é tratado na Agência Pulse e sabemos que em outras agências pode ser um pouco diferente.

    De qualquer maneira, penso que vale a pena compartilhar.

    1) Existe alguma diferença nos planejamentos de uma campanha para a mídia on line, mídia externa ou mídia RCTV? Quais seriam as diferenças mais substanciais?
    R: Sim. A principal diferença é que uma campanha online pode e deve ser ajustada em tempo real. Exemplo: em uma campanha de marketing viral, se os usuários não se cadastram, há algo errado na dinâmica promocional. O estímulo não é forte o bastante? A interface é inadequada? A comunicação não está afinada com o público-alvo? Nesse caso devemos investigar e implementar as modificações necessárias “on the fly”.

    2) Você acredita que o planejamento é a parte mais importante de uma campanha?qual a sua importância?
    R: Sim. É onde tudo começa. Dá uma visão geral, mais macro de todos os processos e, inclusive, da reposta esperada por parte do cliente. Para construir uma casa é preciso ter antes uma planta. Não é assim?

    3) Em quê consiste propriamente o planejamento de uma campanha? Quais são objetos principais de planejamento? Financeiro, mídia, objetivo do cliente, a marca, a pesquisa de mercado…
    R: Basicamente, objetivos a alcançar e verba disponível. Todo o planejamento irá se desenvolver de acordo com estes itens.

    4) O mercado de trabalho para quem quer trabalhar com planejamento é amplo?
    R: Sim, a medida em que tudo precisa de planejamento, desde um pequeno evento até grandes campanhas globais. No entanto, o mercado de publicidade, observando outros setores, pode ser considerado, sim, restrito.

    5) O planejamento é feito pela própria agência ou a consultoria de marketing do cliente é que é encarregada de fazê-lo?
    R: Na maioria das vezes, é feito em conjunto.

    6) Qual é a relação entre “BRIEFING” e o planejamento?
    R: O briefing entra como parte da definição dos objetivos, além de orientar sobre possíveis caminhos a seguir. Um briefing mal feito pode derrubar a campanha inteira.

    7) Como é feito o trabalho de planejamento? Em equipe? Dividido em diversas funções?
    R: Briefing, pesquisa, reuniões com o cliente e mão na massa.

    8) Quais as funções de um planejador?
    R: Visualizar os cenários e arrumar o time em campo. Definir a parte estratégica, antes de partir para a tática.

    9) Quais os pré-requisitos que um planejador deve ter para concorrer ao cargo?
    R: Organização, dinamismo mental e capacidade analítica. Deve conhecer bem os conceitos fundamentais de marketing.

    10)  Na “home Page” da agencia vocês colocam fazer uma comunicação fluida, esta é a tendência da publicidade atual? Em que consiste?
    R: Não sei responder se é uma tendência da publicidade atual. Mas vejo como uma necessidade, uma vez que vivemos um momento de convergência tecnológica, então, nada mais natural que esse cruzamento de mídias. Por esse motivo, a Agência Pulse adotou esse posicionamento, que acreditamos ser o mais coerente. A Agência Pulse faz tanto offline, como online. Conseguimos trafegar bem nesses mundos e juntando os dois em uma campanha coesa – isso, para nós é a Comunicação Fluida.

    11)  É mais difícil fazer publicidade para mídia on line?
    R: Não. É diferente, pois acaba sendo mais pulverizada, devido a alta capacidade de segmentação. Hoje é possível selecionar perfis muito bem formatados, como por exemplo, mulher solteira, entre 18 e 25 anos, que trabalha e mora na capital do Rio de Janeiro. Claro que poderíamos fazer mídia offline para esse perfil, mas quando falamos do online, não há perda nem desvio nessa mensagem, o que possibilita um aproveitamento melhor da verba do cliente. Esse é o x da questão. Anunciar somente em grandes portais é usar a internet como mídia de massa. Ok, há a questão da interatividade, que a tv ainda não permite, mas a segmentação é o ponto focal.

    12)  O que é essencial para um publicitário entrar no mercado de trabalho?
    R: Saber formar redes de relacionamento, ainda na faculdade. Note que você perguntou como entrar e não como se manter.


    Qual a opinião de vocês?

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  • junho 11th, 2008Gabriel GuerraWebmarketing

    Como havíamos falado no post anterior, a Microsoft não ficaria de braços cruzados esperando o Firefox Day. Numa tentativa de flanquear o oponente, lança uma estratégia igual, mas diferente. “Faça o download do IE7 e plante uma árvore”. Bonitinho, não? Diferente da Mozilla, mas igual ao que muitas empresas já estão fazendo: investir no marketing verde. No entanto, esse tipo de abordagem envolve aderência da marca com a causa ecológica, com responsabilidade social. Pergunto ao prezado leitor: é essa a cara da Microsoft? Infelizmente não. Sua comunicação não tem sido efetiva nesse sentido. Além desse erro de coerência simbólica, uma dissonância mesmo, a MS insiste em obrigar o usuário a ter uma cópia original do Windows para instalar o IE7. Ora bolas, não defendo a pirataria, mas não vamos chegar ao ridículo de negar que ela exista e que, num país como o Brasil, ela tenha causas muito complexas. Por exemplo, a disparidade entre o preço de um software aqui e nos EUA. Para a realidade brasileira, R$600,00 é muito dinheiro para torrar em um Sistema Operacional. Tanto assim é, que muitos fabricantes de hardware estão oferecendo seus produtos com Linux. Ou além – SEM Sistema Operacional. Enfim, a questão é que a pirataria existe e é impossível criar uma campanha sem levar esta “variável” em consideração. O resultado é que quando o usuário tentar instalar o IE7 e tomar um “toco”, porque seu SO não é original, vai ficar, no mínimo, um pouco chateado. Assim forma-se o cenário ideal para a entrada do concorrente (Firefox), que é 100% livre, free, grátis e, segundo minha humilde opinião, muito melhor.

    Não precisa ser um gênio de marketing para perceber que a campanha da MS não vai longe. O target está errado e a abordagem pior ainda. A tática está perfeita, mas a estratégia é por demais torta. Acompanhe o raciocínio: quem tem Windows original, é encorajado a baixar o IE7 automaticamente via updates que acontecem, na maioria das vezes, de forma silenciosa e sem o conhecimento do usuário. Ou seja, se quem é “pirata” não pode instalar o software e quem está “legal” já instalou, a quem se destina essa campanha?

    A não ser que a MS esteja querendo vender o Windows. Mas acho que aí já seria demais.

    Obs.: eu uso o Windows original – antes que digam que sou apologista de pirataria.

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  • junho 10th, 2008Gabriel GuerraWebmarketing

    Em mais uma tentativa de ganhar mercado do Internet Explorer (IE), a Mozilla está bancando o “Firefox Day” – um evento online (??) que tem por objetivo incluir o Firefox no livro dos records, com o maior número de downloads em 24 horas. Veja a chamada na página oficial:

    “Queremos estabelecer um Recorde Mundial no Guinness para o software mais baixado em 24 horas. Com o auxilio da nossa comunidade e a sua ajuda temos certeza de que conseguiremos. Quer saber como você pode nos ajudar ainda mais?”

    Não sei se você sabe, mas o Firefox 3 está pra sair e os geeks (inclusive eu) estão alvoroçados. O motivo é simples. Todo mundo gosta de novidades, ainda mais quando as novidades são seguramente boas e ajudam a tornar o dia-a-dia mais fácil. Pois é, os navegadores já passaram a fazer parte da vida de quase todo mundo, então, quando você se propõe a mexer nessa estrutura, o impacto sempre é grande. Mas não vamos perder o foco da discussão, que é como a MARCA está se posicionando e brigando por uma fatia maior do bolo. A dinâmica do evento envolve o conceito de comunidade e instantaneidade, que só a web pode oferecer no momento. O sentimento explorado é o de que você faz parte do Firefox e ele de você. Você irá inseri-lo no Guinness e, portanto, sua participação é mais que importante, é fundamental. Para isso, você deixa seu email e ele te “avisa” quando vai liberar o download.

    Veja a página oficial: http://www.spreadfirefox.com/pt-BR/worldrecord/

    Claro que a grande sacada é que ele só vai liberar o download quando tiver o número de opt ins suficiente para quebrar o record, ou seja, se você não gosta de promoções, mas quer baixar o Firefox (como eu quero!), vai participar e ainda indicar seus amigos. Pegou os clientes receptivos e também os mais atentos e avessos à preenchimento de cadastros e afins. Simplesmente genial!

    Segundo as leis de marketing, o concorrente deveria retaliar, mas será que vai? Acorda, Microsoft! Cadê a promoção do IE7? Contrate a Agência Pulse que ela faz uma pra você. ;-)

    Em tempo: o Firefox 3 já pode ser baixado em sua versão beta e os benefícios são inúmeros. Para saber mais e fazer o download, visite a página (http://www.mozilla.com/en-US/firefox/3.0b1/releasenotes/).

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  • fevereiro 22nd, 2008Gabriel GuerraFlash, SEO, Webmarketing

    Falando em Flash, dizem as más línguas que os sites construídos com a tecnologia da Adobe (extinta Macromedia) são incapazes de ter um bom posicionamento no Google. Pura cascata! O que existe, na verdade, são sites mal-feitos e que, por motivos estruturais, não podem, nem poderiam ser indexados de qualquer maneira. Claro que eu tenho um trunfo na manga, pois seria deselegante não provar o que acabo de dizer. Pois bem, um tempo atrás criamos um site para a belíssima pousada Itacoá Cama e Café todo em Flash, com um “slide show” bacana e todos os detalhes que fazem um site exercer bem o seu papel: vender. Até onde o Google me permitiu ir, pude verificar que, pelo menos, desde novembro de 2007 emplacamos o primeiro lugar com as seguintes palavras-chave: pousada itacoatiara, pousadas em itacoatiara, pousada, cama e cafe itacoatiara e pousada itaquatiara niteroi. De lambuja, levamos a segunda posição para “pousada itacoatiara niteroi”. Não acredita? Faça um Google!


    Então, como ia dizendo, é possível, sim, rankear bem um site feito em Flash. Um outro exemplo é o site da Agência (Propaganda Virtual). Primeiro lugar para “propaganda virtual” e “comunicação online”. Para “criação de websites” e seus correlatos, já estivemos em posições melhores, porém, com o perdão do trocadilho, tudo é uma questão de posicionamento. Como decidimos saltar da condição de fábrica de sites para a de Agência Digital com foco em Marketing Digital e Comunicação Online (pegou a manha para o Google nos achar? ;-) ), não tem problema, na verdade fica até melhor.


    Para ficar bem na fita com o Google, não tem muito mistério. Basta um bom conteúdo, que siginifica dizer textos pensados para o ambiente web (sim, tem as suas peculiaridades), uma boa estrutura e seguir as recomendações da chamada “web semântica”. Fazendo isso, não tem erro – é, no mínimo, primeira página. Se seu site não reúne essas condições, não tem problema. O Google oferece um programa de links patrocinados, onde você paga por cada clique gerado. Pegando um atalho, vou resumir, indo direto ao ponto. Você tem duas opções: fazer um site com profissionais de comunicação, pagar um pouco mais caro e garantir o ROI (retorno sobre o investimento) ou assumir o risco de ter um site amador que deprecie sua marca e te faça pensar que internet não traz resultados (sic).


    Ah! Já ia esquecendo. O Google também já consegue ler DENTRO do Flash, mas isso fica pra outro “post”. Quem viver verá!

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  • fevereiro 14th, 2008Bianca CheriffPesquisa, Webmarketing, e-Commerce

    Web-pessimistas: atenção, por favor! 

    O IBOPE, Instituto Brasileiro de Opinião e Pesquisa, aliado à Nielsen\\NetRatings, líder mundial na mensuração do comportamento de internautas, publicou várias pesquisas relevantes no final do ano passado. Essas preciosas informações sustentam o que muitos de nós, profissionais de comunicação com foco em Web, já intuíamos há muito: que a Rede, paulatinamente, se tornaria cada vez mais presente na vida de todos, modificando os hábitos de consumo, as relações pessoais, a abordagem publicitária… enfim, que uma revolução virtual estava prestes a eclodir. A minha assertiva, hoje, parece óbiva, mas o cenário não era tão claro há um tempo atrás, quando decidimos apostar na Propaganda Virtual. Whatever, vamos aos números:


    39 milhões de brasileiros já acessam a Internet
    O quê? Eu li direito? Leu! Caramba: uma baita informação para quem quer investir em publicidade na Internet e um tapa de luva de pelica nos que não acreditavam que a Web seria uma arma mercadológica.

    Esse número de muuiittooss dígitos inclui todos os ambientes (residência, trabalho, escola, cybercafé, bibliotecas, telecentros etc) e considera brasileiros acima de 15 anos. Destrinchando-o um pouco mais, tem-se 21,4 milhões de usuários residenciais ATIVOS, ou seja, que tem o hábito de acessar com periodicidade. O relatório ainda aponta que o Brasil continua a ser o país com maior tempo médio de navegação residencial por internauta, entre os 10 países monitorados pela Nielsen//NetRatings, com 23h12min, acima da França (19h27min), dos Estados Unidos (19h19min), da Alemanha (18h22min) e  do Japão (18h21min). Uau!


    12,2 milhões de brasileiros visitam e-Commerces em dezembro de 2007
    É isso mesmo. Segundo Alexandre Sanches Magalhães, gerente de análise do IBOPE//NetRatings, a categoria que teve o aumento mais importante foi a de Comércio Eletrônico, que, comparado a novembro de 2007, cresceu 2,5%. Alexandre considera relevante “especialmente porque há dois recordes envolvidos em seus números: 1) pela primeira vez, desde setembro de 2000, quando o IBOPE//NetRatings iniciou suas medições no país, a categoria Comércio Eletrônico ultrapassa a barreira dos 12 milhões de visitantes únicos residenciais, o que por si só já é uma marca importante; 2) mas, principalmente, porque é também a primeira vez que essa categoria atinge o alcance de 57%, ou seja, quase 60% do total dos internautas residenciais ativos visitaram algum site de e-Commerce. O crescimento do alcance indica que o Comércio Eletrônico cresce mais que a própria Internet, que por, sua vez, apresenta índices inéditos de aumento de sua base de internautas. São números excelentes, que devem corresponder a recordes também no número de transações e valores transacionados no período de festas”.

    Preferi transferir ipsis literis para que não duvidassem de minhas palavras. Ainda tem um gráfico. Olha que belo:

    desenvolvimento do e-Commerce no Brasil

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Fonte: IBOPE – www.ibope.com.br

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  • janeiro 28th, 2008Gabriel GuerraWebmarketing

    O marketing viral está na boca do povo, mas será que todo mundo sabe o que é isso? Se você não sabe, saiba agora com o vídeo que garimpamos no You Tube. Veja agora mesmo!

  • janeiro 9th, 2008Bianca CheriffWebmarketing

    Como já devem ter visto aqui em um post anterior, desenvolvemos a tecnologia do site promocional do filme Meu nome não é Johnny. Dêem uma olhada no que saiu no Globo do dia 08 de janeiro, no Segundo Caderno. Reparem, por favor, no número de espectadores. E dá-lhe promoção bombando!

    UM ABRE-ALAS PROMISSOR PARA JOHNNY
    Com 190 mil pagantes, filme com Selton Mello inaugura com sucesso a temporada 2008 do cinema nacional

    Rodrigo Fonseca

    Diante dos 190 mil espectadores que já prestigiaram “Meu nome não é Johnny” — foram 151.486 ingressos vendidos de sexta a domingo, mais os 38.921 nas pré-estréias dos dias 1, 2 e 3 —, o ex-traficante João Guilherme Estrella (hoje produtor musical) pode gritar “O cinema brasileiro é nosso!” sem medo de ser pretensioso. Lançado em salas no Rio de Janeiro, em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Recife, Salvador, Campinas e Santos, o longa-metragem dirigido por Mauro Lima, orçado em R$5,5 milhões, registrou uma (invejável) média de 1.457 pagantes por cada uma de suas 102 cópias — a nona melhor desde 1995, com a chamada Retomada. Sua renda, só no fim de semana, foi de R$1,6 milhão. No ano passado, em meados de janeiro, “A grande família — O filme” foi visto por 288.179 brasileiros em seu lançamento, mas dispôs de 246 cópias, ou seja, 144 a mais do que a produção baseada nas infrações de Estrella pelo mundo das drogas.

    — “Meu nome não é Johnny” atraiu platéias de diferentes faixas etárias. E não tivemos nenhuma cópia pirateada — comemora a produtora Mariza Leão, que desenvolveu o projeto, estrelado por Selton Mello, a partir do livro homônimo de Guilherme Fiúza, baseado em fatos reais.

    Reconstituição da trajetória que fez Estrella, um jovem de classe média, virar um dos maiores fornecedores de cocaína do país entre os anos 1980 e 1995, “Meu nome não é Johnny” tem potencial para desbravar a fronteira de um milhão de espectadores. É o que estima Paulo Sérgio Almeida, diretor da Filme B, empresa que vistoria o mercado de cinema no país.

    — O longa foi bem já na pré-estréia. O carisma e o talento de Selton contribuíram para isso. O filme contraria a tese de que um ator precisa estar na TV para ter sucesso no cinema — diz Almeida, referindo-se às seletivas incursões do ator na televisão.

    Caminhos similares aos de “Cidade de Deus”

    Segundo Almeida, o fato de “Meu nome não é Johnny” inaugurar com bons augúrios a temporada de lançamentos nacionais de 2008 assinala uma mudança no perfil do público brasileiro.

    — Antes, o que vendia ingresso era sexo e violência. Agora, é droga, a julgar pelos filmes que têm alcançado grande repercussão, como “Tropa de elite”, “Carandiru” e “Cidade de Deus”. Todo filme que traz um ponto de vista da realidade social e que tenha um mínimo de preocupação mercadológica pode acontecer — diz ele, animado para futuros lançamentos como “174”, de Bruno Barreto. — Não vi ainda ”Sexo com amor” (de Wolf Maya) e “A guerra dos Rocha” (de Jorge Fernando), que são candidatos a filmes populares. Mas, pelo que vi do trailer de “A mulher do meu amigo” (de Cláudio Torres), ali pode estar uma comédia interessante.

    Animado com a arrancada inicial de “Meu nome não é Johnny”, Bruno Wainer, da Downtown Filmes, co-distribuidora do longa com a Colúmbia, promete ampliar o número de cópias para 150 a partir de sexta-feira.

    — “Cidade de Deus”, que eu também lancei, fez um caminho parecido — lembra Wainer. — Estreou com cem cópias e cresceu.

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