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De comer com os olhos…

Jul 20

Acabou de sair do forno o site do Nativo.

Dos sócios João Brito, Christiane Torloni, Ignácio Coqueiro e Raul Gazolla, o restaurante é uma gracinha, todo em estilo rústico, bem aconchegante. A comida é irresistível: salmões maravilhosos, massas de dar inveja a qualquer cantina italiana e sobremesas de comer rezando. Pra completar, ainda é de frente pro mar. Dá pra resistir?

Um dos pontos forte do site é o vídeo, logo na home. No Brasil ainda não é comum vermos vídeos integrados dessa forma ao layout em si. Conseguimos, sem deixar de lado a qualidade da imagem, compactá-lo a ponto de o carregamento ficar bem leve e rápido. Logo de cara já se tem um experiência do que é o restaurante, do clima, instigando o cliente a navegar ainda pelas outras seções.

Se você mora no Rio de Janeiro ou estiver de passagem por aqui, dá um pulinho lá. Por enquanto, dá uma visitada no site: www.nativobarerestaurante.com.br.

Deleite-se!

Nativo | Agência Pulse

Microsoft reage ao “Firefox day”

Jun 11

Como havíamos falado no post anterior, a Microsoft não ficaria de braços cruzados esperando o Firefox Day. Numa tentativa de flanquear o oponente, lança uma estratégia igual, mas diferente. “Faça o download do IE7 e plante uma árvore”. Bonitinho, não? Diferente da Mozilla, mas igual ao que muitas empresas já estão fazendo: investir no marketing verde. No entanto, esse tipo de abordagem envolve aderência da marca com a causa ecológica, com responsabilidade social. Pergunto ao prezado leitor: é essa a cara da Microsoft? Infelizmente não. Sua comunicação não tem sido efetiva nesse sentido. Além desse erro de coerência simbólica, uma dissonância mesmo, a MS insiste em obrigar o usuário a ter uma cópia original do Windows para instalar o IE7. Ora bolas, não defendo a pirataria, mas não vamos chegar ao ridículo de negar que ela exista e que, num país como o Brasil, ela tenha causas muito complexas. Por exemplo, a disparidade entre o preço de um software aqui e nos EUA. Para a realidade brasileira, R$600,00 é muito dinheiro para torrar em um Sistema Operacional. Tanto assim é, que muitos fabricantes de hardware estão oferecendo seus produtos com Linux. Ou além – SEM Sistema Operacional. Enfim, a questão é que a pirataria existe e é impossível criar uma campanha sem levar esta “variável” em consideração. O resultado é que quando o usuário tentar instalar o IE7 e tomar um “toco”, porque seu SO não é original, vai ficar, no mínimo, um pouco chateado. Assim forma-se o cenário ideal para a entrada do concorrente (Firefox), que é 100% livre, free, grátis e, segundo minha humilde opinião, muito melhor.

Não precisa ser um gênio de marketing para perceber que a campanha da MS não vai longe. O target está errado e a abordagem pior ainda. A tática está perfeita, mas a estratégia é por demais torta. Acompanhe o raciocínio: quem tem Windows original, é encorajado a baixar o IE7 automaticamente via updates que acontecem, na maioria das vezes, de forma silenciosa e sem o conhecimento do usuário. Ou seja, se quem é “pirata” não pode instalar o software e quem está “legal” já instalou, a quem se destina essa campanha?

A não ser que a MS esteja querendo vender o Windows. Mas acho que aí já seria demais.

Obs.: eu uso o Windows original - antes que digam que sou apologista de pirataria.

Mozilla quer colocar o Firefox no livro dos records

Jun 10

Em mais uma tentativa de ganhar mercado do Internet Explorer (IE), a Mozilla está bancando o “Firefox Day” - um evento online (??) que tem por objetivo incluir o Firefox no livro dos records, com o maior número de downloads em 24 horas. Veja a chamada na página oficial:

“Queremos estabelecer um Recorde Mundial no Guinness para o software mais baixado em 24 horas. Com o auxilio da nossa comunidade e a sua ajuda temos certeza de que conseguiremos. Quer saber como você pode nos ajudar ainda mais?”

Não sei se você sabe, mas o Firefox 3 está pra sair e os geeks (inclusive eu) estão alvoroçados. O motivo é simples. Todo mundo gosta de novidades, ainda mais quando as novidades são seguramente boas e ajudam a tornar o dia-a-dia mais fácil. Pois é, os navegadores já passaram a fazer parte da vida de quase todo mundo, então, quando você se propõe a mexer nessa estrutura, o impacto sempre é grande. Mas não vamos perder o foco da discussão, que é como a MARCA está se posicionando e brigando por uma fatia maior do bolo. A dinâmica do evento envolve o conceito de comunidade e instantaneidade, que só a web pode oferecer no momento. O sentimento explorado é o de que você faz parte do Firefox e ele de você. Você irá inseri-lo no Guinness e, portanto, sua participação é mais que importante, é fundamental. Para isso, você deixa seu email e ele te “avisa” quando vai liberar o download.

Veja a página oficial: http://www.spreadfirefox.com/pt-BR/worldrecord/

Claro que a grande sacada é que ele só vai liberar o download quando tiver o número de opt ins suficiente para quebrar o record, ou seja, se você não gosta de promoções, mas quer baixar o Firefox (como eu quero!), vai participar e ainda indicar seus amigos. Pegou os clientes receptivos e também os mais atentos e avessos à preenchimento de cadastros e afins. Simplesmente genial!

Segundo as leis de marketing, o concorrente deveria retaliar, mas será que vai? Acorda, Microsoft! Cadê a promoção do IE7? Contrate a Agência Pulse que ela faz uma pra você. ;-)

Em tempo: o Firefox 3 já pode ser baixado em sua versão beta e os benefícios são inúmeros. Para saber mais e fazer o download, visite a página (http://www.mozilla.com/en-US/firefox/3.0b1/releasenotes/).

Propaganda Virtual agora é Agência Pulse

Mai 24

Como você já deve ter percebido, estamos com tudo novo. Sim, não é só a cara! Nosso leque de soluções foi ampliado, a Agência cresceu e o nome Propaganda Virtual ficou muito pequeno. A Propaganda Virtual agora é Agência Pulse e estamos loucos pra ter você pulsando com a gente.

Pulse ))

Análise de Estatísticas: o que você sempre quis saber

Mar 24

Com o amadurecimento da internet, os gestores formados no mundo físico ou offline, querem saber como gerir também suas “fronteiras virtuais”. Primeiramente, é preciso esclarecer que na web não existe esse negócio de fronteiras, o limite é o imposto pela sua logística. O idioma é uma barreira, sim, é verdade, no entanto são cada vez mais comuns os sites bilingües. Voltando ao foco do artigo, diria sem medo de errar que o ponto central na gestão de um website é a análise de estatísticas. Por alguns motivos, que ressalto dentre inúmeros outros:

  1. Antes de tomar decisões estratégicas é necessário ter informações de apoio;
  2. Para medir o impacto de ações de cunho tecnológico. Exemplo: adoção de um novo plugin;
  3. Desenhar um website eficaz para o tipo de visitante, focado em suas peculiaridades, sem excluir ningúem;
  4. Saber de onde seus visitantes vem. De que sites e de que localidades;
  5. Medir ações de marketing;
  6. Medir a importância de parceiros estratégicos, como outros websites e Agências Digitais;
  7. Acompanhar o período de maturação de seu site (sim, ele tem um!).

Aí você vai me dizer: Caramba! Eu achava que estatísticas serviam apenas pra medir o número de visitantes. Respondo: servem também, mas isso é o feijão com arroz, o básico, o que se fazia nos primórdios da internet. Hoje, a tecnologia já nos permite ter uma visão mais estratégica dos acessos de um site e é esse olhar que faz com sites simples se tornem campeões de venda e relacionamento. Claro que você já sabe que quando isso acontece sua marca ganha um bônus e as coisas no mundo físico ficam mais fáceis.

Existem bons softwares de estatísticas no mercado e eu destaco dois: Google Analytics e Mint. O primeiro, é grátis, já o segundo, custa US$30,00 por site, o que é um valor bem acessível. Principalmente se considerarmos que esse preço inclui suporte e permite o acesso ao código fonte, para customizar a aparência e comportamento dos módulos de relatórios.

Agora que você já sabe para que realmente servem as estatísticas, por que não contratar uma Agência Digital, como a Propaganda Virtual, por exemplo? ;-)

SEO e Flash. Dá?

Fev 22

Falando em Flash, dizem as más línguas que os sites construídos com a tecnologia da Adobe (extinta Macromedia) são incapazes de ter um bom posicionamento no Google. Pura cascata! O que existe, na verdade, são sites mal-feitos e que, por motivos estruturais, não podem, nem poderiam ser indexados de qualquer maneira. Claro que eu tenho um trunfo na manga, pois seria deselegante não provar o que acabo de dizer. Pois bem, um tempo atrás criamos um site para a belíssima pousada Itacoá Cama e Café todo em Flash, com um “slide show” bacana e todos os detalhes que fazem um site exercer bem o seu papel: vender. Até onde o Google me permitiu ir, pude verificar que, pelo menos, desde novembro de 2007 emplacamos o primeiro lugar com as seguintes palavras-chave: pousada itacoatiara, pousadas em itacoatiara, pousada, cama e cafe itacoatiara e pousada itaquatiara niteroi. De lambuja, levamos a segunda posição para “pousada itacoatiara niteroi”. Não acredita? Faça um Google!


Então, como ia dizendo, é possível, sim, rankear bem um site feito em Flash. Um outro exemplo é o site da Agência (Propaganda Virtual). Primeiro lugar para “propaganda virtual” e “comunicação online”. Para “criação de websites” e seus correlatos, já estivemos em posições melhores, porém, com o perdão do trocadilho, tudo é uma questão de posicionamento. Como decidimos saltar da condição de fábrica de sites para a de Agência Digital com foco em Marketing Digital e Comunicação Online (pegou a manha para o Google nos achar? ;-) ), não tem problema, na verdade fica até melhor.


Para ficar bem na fita com o Google, não tem muito mistério. Basta um bom conteúdo, que siginifica dizer textos pensados para o ambiente web (sim, tem as suas peculiaridades), uma boa estrutura e seguir as recomendações da chamada “web semântica”. Fazendo isso, não tem erro – é, no mínimo, primeira página. Se seu site não reúne essas condições, não tem problema. O Google oferece um programa de links patrocinados, onde você paga por cada clique gerado. Pegando um atalho, vou resumir, indo direto ao ponto. Você tem duas opções: fazer um site com profissionais de comunicação, pagar um pouco mais caro e garantir o ROI (retorno sobre o investimento) ou assumir o risco de ter um site amador que deprecie sua marca e te faça pensar que internet não traz resultados (sic).


Ah! Já ia esquecendo. O Google também já consegue ler DENTRO do Flash, mas isso fica pra outro “post”. Quem viver verá!

IBOPE aponta crescimento na Internet brasileira

Fev 14

Web-pessimistas: atenção, por favor! 

O IBOPE, Instituto Brasileiro de Opinião e Pesquisa, aliado à Nielsen\\NetRatings, líder mundial na mensuração do comportamento de internautas, publicou várias pesquisas relevantes no final do ano passado. Essas preciosas informações sustentam o que muitos de nós, profissionais de comunicação com foco em Web, já intuíamos há muito: que a Rede, paulatinamente, se tornaria cada vez mais presente na vida de todos, modificando os hábitos de consumo, as relações pessoais, a abordagem publicitária… enfim, que uma revolução virtual estava prestes a eclodir. A minha assertiva, hoje, parece óbiva, mas o cenário não era tão claro há um tempo atrás, quando decidimos apostar na Propaganda Virtual. Whatever, vamos aos números:


39 milhões de brasileiros já acessam a Internet
O quê? Eu li direito? Leu! Caramba: uma baita informação para quem quer investir em publicidade na Internet e um tapa de luva de pelica nos que não acreditavam que a Web seria uma arma mercadológica.

Esse número de muuiittooss dígitos inclui todos os ambientes (residência, trabalho, escola, cybercafé, bibliotecas, telecentros etc) e considera brasileiros acima de 15 anos. Destrinchando-o um pouco mais, tem-se 21,4 milhões de usuários residenciais ATIVOS, ou seja, que tem o hábito de acessar com periodicidade. O relatório ainda aponta que o Brasil continua a ser o país com maior tempo médio de navegação residencial por internauta, entre os 10 países monitorados pela Nielsen//NetRatings, com 23h12min, acima da França (19h27min), dos Estados Unidos (19h19min), da Alemanha (18h22min) e  do Japão (18h21min). Uau!


12,2 milhões de brasileiros visitam e-Commerces em dezembro de 2007
É isso mesmo. Segundo Alexandre Sanches Magalhães, gerente de análise do IBOPE//NetRatings, a categoria que teve o aumento mais importante foi a de Comércio Eletrônico, que, comparado a novembro de 2007, cresceu 2,5%. Alexandre considera relevante “especialmente porque há dois recordes envolvidos em seus números: 1) pela primeira vez, desde setembro de 2000, quando o IBOPE//NetRatings iniciou suas medições no país, a categoria Comércio Eletrônico ultrapassa a barreira dos 12 milhões de visitantes únicos residenciais, o que por si só já é uma marca importante; 2) mas, principalmente, porque é também a primeira vez que essa categoria atinge o alcance de 57%, ou seja, quase 60% do total dos internautas residenciais ativos visitaram algum site de e-Commerce. O crescimento do alcance indica que o Comércio Eletrônico cresce mais que a própria Internet, que por, sua vez, apresenta índices inéditos de aumento de sua base de internautas. São números excelentes, que devem corresponder a recordes também no número de transações e valores transacionados no período de festas”.

Preferi transferir ipsis literis para que não duvidassem de minhas palavras. Ainda tem um gráfico. Olha que belo:

desenvolvimento do e-Commerce no Brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: IBOPE - www.ibope.com.br

Marketing Viral no Olhar Digital

Jan 28

O marketing viral está na boca do povo, mas será que todo mundo sabe o que é isso? Se você não sabe, saiba agora com o vídeo que garimpamos no You Tube. Veja agora mesmo!

Cresce o número de acessos a sites móveis

Jan 21

Que o mercado para os dispositivos portáteis iria crescer todo mundo já sabia, porém não com tanta força e velocidade. Atento a essa movimentação, o Mário nos enviou um email apontando as estatísticas que, mais que confirmar a tendência, apontam para uma grande oportunidade para as empresas que apostam na comunicação digital. Dê uma olhada:

Crescem os acessos a sites móveis de esporte no mundo
Números mostram tendência em consumo de conteúdo esportivo.

Na Europa, segundo a M:Metrics, o conteúdo esportivo atraiu 4,7 milhões de visitas quando o Chelsea se tornou campeão da Liga Inglesa.

Já nos Estados Unidos, durante a temporada da NFL 2007, o site mobile da ESPN teve por 3 dias mais acessos que o site para PC. Apesar da empresa não confirmar oficialmente os números especula-se que o site móvel teve 4,9 milhões de visitas.

Placar de outros jogos, estatísticas e quiz foram os aplicativos mais acessados, mostrando que consumidores querem além de assistir, interagir durante a exibição de jogos.

Cerca de 9 milhões de americanos acessam o site móvel da ESPN. A expectativa da consultoria é um crescimento superior aos 36% registrado no ano anterior.

Fonte: ttp://www.mais-pc.com/mobile/?p=2564

M:Metrics
A M:Metrics traz dados estatísticos sobre mobile browsing e possui um produto que permite saber quais dispositivos estão sendo utilizados.
http://www.mmetrics.com/services/overview.aspx

E aí? Já começou a fazer seu site móvel? :)

Não tenha limites, Johnny!

Jan 09

Como já devem ter visto aqui em um post anterior, desenvolvemos a tecnologia do site promocional do filme Meu nome não é Johnny. Dêem uma olhada no que saiu no Globo do dia 08 de janeiro, no Segundo Caderno. Reparem, por favor, no número de espectadores. E dá-lhe promoção bombando!

UM ABRE-ALAS PROMISSOR PARA JOHNNY
Com 190 mil pagantes, filme com Selton Mello inaugura com sucesso a temporada 2008 do cinema nacional

Rodrigo Fonseca

Diante dos 190 mil espectadores que já prestigiaram “Meu nome não é Johnny” — foram 151.486 ingressos vendidos de sexta a domingo, mais os 38.921 nas pré-estréias dos dias 1, 2 e 3 —, o ex-traficante João Guilherme Estrella (hoje produtor musical) pode gritar “O cinema brasileiro é nosso!” sem medo de ser pretensioso. Lançado em salas no Rio de Janeiro, em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Recife, Salvador, Campinas e Santos, o longa-metragem dirigido por Mauro Lima, orçado em R$5,5 milhões, registrou uma (invejável) média de 1.457 pagantes por cada uma de suas 102 cópias — a nona melhor desde 1995, com a chamada Retomada. Sua renda, só no fim de semana, foi de R$1,6 milhão. No ano passado, em meados de janeiro, “A grande família — O filme” foi visto por 288.179 brasileiros em seu lançamento, mas dispôs de 246 cópias, ou seja, 144 a mais do que a produção baseada nas infrações de Estrella pelo mundo das drogas.

— “Meu nome não é Johnny” atraiu platéias de diferentes faixas etárias. E não tivemos nenhuma cópia pirateada — comemora a produtora Mariza Leão, que desenvolveu o projeto, estrelado por Selton Mello, a partir do livro homônimo de Guilherme Fiúza, baseado em fatos reais.

Reconstituição da trajetória que fez Estrella, um jovem de classe média, virar um dos maiores fornecedores de cocaína do país entre os anos 1980 e 1995, “Meu nome não é Johnny” tem potencial para desbravar a fronteira de um milhão de espectadores. É o que estima Paulo Sérgio Almeida, diretor da Filme B, empresa que vistoria o mercado de cinema no país.

— O longa foi bem já na pré-estréia. O carisma e o talento de Selton contribuíram para isso. O filme contraria a tese de que um ator precisa estar na TV para ter sucesso no cinema — diz Almeida, referindo-se às seletivas incursões do ator na televisão.

Caminhos similares aos de “Cidade de Deus”

Segundo Almeida, o fato de “Meu nome não é Johnny” inaugurar com bons augúrios a temporada de lançamentos nacionais de 2008 assinala uma mudança no perfil do público brasileiro.

— Antes, o que vendia ingresso era sexo e violência. Agora, é droga, a julgar pelos filmes que têm alcançado grande repercussão, como “Tropa de elite”, “Carandiru” e “Cidade de Deus”. Todo filme que traz um ponto de vista da realidade social e que tenha um mínimo de preocupação mercadológica pode acontecer — diz ele, animado para futuros lançamentos como “174”, de Bruno Barreto. — Não vi ainda ”Sexo com amor” (de Wolf Maya) e “A guerra dos Rocha” (de Jorge Fernando), que são candidatos a filmes populares. Mas, pelo que vi do trailer de “A mulher do meu amigo” (de Cláudio Torres), ali pode estar uma comédia interessante.

Animado com a arrancada inicial de “Meu nome não é Johnny”, Bruno Wainer, da Downtown Filmes, co-distribuidora do longa com a Colúmbia, promete ampliar o número de cópias para 150 a partir de sexta-feira.

— “Cidade de Deus”, que eu também lancei, fez um caminho parecido — lembra Wainer. — Estreou com cem cópias e cresceu.